A pandemia de Covid19 fez nos afastarmos de muitos amigos e familiares que compõem o nosso círculo social. Entretanto, para aliviar a situação, a companhia dos animais de estimação ajudou a preencher o vazio e a solidão que o distanciamento provocou. Em decorrência dessa atual circunstância, as pessoas ficando mais tempo em casa passaram a investir melhor em seus pets ou, para outras, fez com que muitas decidissem adotar um companheiro pela primeira vez. Essa nova realidade foi uma das responsáveis por alavancar a compra de brinquedos, acessórios e petiscos para os pets, além de produtos de higiene e limpeza.

Esse segmento inclui desde a hospedagem até os cuidados de beleza, e em 2020, ano em que a economia brasileira encolheu pelo menos 4%, o setor pet apresentou um crescimento estimado de 13,5% em relação ao ano de 2019. O instituto Pet Brasil também apontou que o mercado para animais de estimação cresceu 13,5% em 2020 no país frente a 2019, com um movimento 6,8% maior do que o projetado durante o primeiro semestre. Esse setor foi favorecido ao ser classificado como serviço essencial, o que permitiu manter as lojas abertas em meio às restrições impostas no país desde março de 2020. 

Além disso, em 2021, segundo o Euromonitor International, o Brasil deverá se consolidar como o sexto maior mercado pet do mundo. O país já é o segundo mercado mundial de alimentos para cães (54,2 milhões em 2018, segundo o Pet Brasil) e o terceiro de alimentos para pets, estando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. Com um faturamento acima dos R$ 40 bilhões, de acordo o Instituto, esse setor se diferencia dos demais ramos da economia, os quais infelizmente tiveram muitas de suas empresas fechadas devido a atual situação financeira do país. 

Nós vivemos em um país com mais cães do que crianças, e o mercado de serviços e produtos para os mais de 140 milhões de pets que vivem hoje nos lares brasileiros se expandiu durante a pandemia do novo coronavírus, o que, segundo especialistas, é um caminho sem volta. O impacto econômico da pandemia, no entanto, como eles afirmaram, não deve atingir ou até mesmo ofuscar o brilho conquistado pelo mercado para pets, cuja perspectiva é de um crescimento de 87% até 2026. 

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), existem nos dias de hoje 55 milhões de cães, 40 milhões são aves e quase 25 milhões de gatos. “Quando as pessoas passaram a ficar em casa sozinhas, muitas resolveram adotar um pet. E as pessoas que já tinham animais passaram a cuidar melhor deles, por conta do tempo mais disponível em casa. O convívio mais frequente com os animais faz com que os tutores percebam melhor as condições deles e aumentem os cuidados”, afirmou o presidente-executivo do Instituto Pet Brasil, Nelo Marraccini. 

A Rede Pop Pet Center é um exemplo notável desse crescimento e superação da atual crise econômica. No ano de 2020, novas 40 unidades foram inauguradas e, por meio de um trabalho com elevada visão empreendedora, uma missão estabelecida para ser referência em venda de produtos e serviços para animais de estimação, além de deter uma inteligência de mercado capacitada, que essa empresa estabeleceu uma previsão de conquistar a marca de 100 lojas abertas pelo Brasil até o final de 2021. Esse é um mercado que só tende a crescer cada vez mais, e fazer parte dele é sinônimo de segurança e altos lucros a serem conquistados. Fale com um dos nossos consultores.

Deixe um comentário